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18/10/2016 às 22:21
Contagem Regressiva...

PREPARANDO-NOS PARA GRANDES MOMENTOS...

 

1 - O que é um Santuário?

 

Em breves palavras, Santuário – do latim sanctuarum, de sanctus, é então o reconhecimento, pelo decreto das autoridades competentes, do TEMPLO como visualização das fontes de graças concedidas ao povo de Deus.  Como aquela CIDADE SITUADA SOBRE OS MONTES (Mt 5,14), o santuário é constituído como farol para o mundo, orientando com sua luz, os navegantes das águas tempestuosas da história. Chama os peregrinos para um encontro decisivo e restaurador com o Redentor Jesus e ao mesmo tempo, projeta sua luz convocando para o testemunho batismal aqueles que o adentraram. 

De forma prática, o santuário é o lugar privilegiado na recepção de graças concretas como: Sacramentos, indulgências, possibilidades de, através da vida da padroeira, como no caso, encontrar direção para os seus caminhos.

Comparando: o santuário é como uma fonte, a irrigar a terra seca; ou ainda, a amplificação da voz de Deus no interior do homem; abrigo em dia de tempestade; suave restauro ao calor do sol.

Com graças especiais doadas somente nesse ambiente, toda comunidade, bem como peregrinos de diversos pontos, atingem a paz, a santidade e a plenitude,  abrigados pelas suas paredes.

É claro que existem acentuações canônicas, que diferem o santuário de outras organizações comunitárias; elas podem ser conhecidas em nossa secretaria administrativa, pois nossa intenção aqui é oferecer uma noção espiritual sobre o que é um santuário.

Deus seja louvado pelas mãos benditas de SANTA RITA DE CÁSSIA, que nestas terras de Santa Rita do Passa Quatro ergueu seu braço forte em nosso favor.    

 

2 - O que é um Ano Santo ou Jubileu?

 

Na tradição católica, o Jubileu é o ano que a Igreja proclama para que as pessoas se convertam em seu interior e se reconciliem com Deus, por meio da penitência, da oração, da caridade, dos sacramentos e da peregrinação, “porque a vida é uma peregrinação e o homem é um peregrino” (MV 14). Em todos os anos santos é possível ganhar indulgências, graças especiais que a Igreja concede e que podem ser aplicadas à remissão dos próprios pecados e suas penas, ou também aos defuntos que estão no purgatório. O lema deste Ano Santo é “Misericordiosos como o Pai”.

 

3 - O que é a Porta Santa?

 

Com essa reflexão chegamos ao limiar do Jubileu, que está próximo. Diante de nós está a porta, mas não somente a Porta Santa, outra: a grande porta da Misericórdia de Deus – e essa é uma porta bela! –, que acolhe o nosso arrependimento oferecendo a graça do seu perdão. A porta é generosamente aberta, é preciso um pouco de coragem da nossa parte para cruzar o limiar. Cada um de nós tem dentro de si coisas que pesam. Todos somos pecadores! Aproveitemos esse momento que vem e cruzemos o limiar dessa misericórdia de Deus que nunca se cansa de perdoar, nunca se cansa de nos esperar! Ele nos olha, está sempre próximo a nós. Coragem! Entremos por essa porta!

O Senhor nunca força a porta: também Ele pede permissão para entrar. O Livro do Apocalipse diz: “Eu estou à porta e bato. Se alguém escuta a minha voz e me abre a porta, eu virei a ele, cearei com ele e ele comigo” (3, 20). Imaginemos o Senhor que bate à porta do nosso coração! E na última grande visão deste Livro do Apocalipse, assim se profetiza da Cidade de Deus: “As suas portas não se fecharão nunca durante o dia”, o que significa para sempre, porque “não haverá mais noite” (21, 25). Há lugares no mundo em que não se fecham as portas com chave, ainda há. Mas há tantos onde as portas blindadas se tornaram normais. Não devemos nos render à ideia de dever aplicar esse sistema a toda a nossa vida, à vida da família, da cidade, da sociedade. E tão menos à vida da Igreja. Seria terrível! Uma Igreja inospitaleira, assim como uma família fechada em si mesma mortifica o Evangelho e seca o mundo. 

A Porta Santa visualiza e evidencia: CRISTO, A PORTA DAS OVELHAS.

 

(Palavras do Papa Francisco explicando o significado da Porta Santa, em Roma - 13/12/2015)

 

ATENÇÃO: a passagem pela Porta Santa pode ser feita sozinho ou em família ou ainda em grupos; quantas vezes quiser e em favor também dos mortos.

 

4 - Condições e modos para lucrar as indulgências plenárias

 

Que haja uma pequena peregrinação (não é opcional), devendo iniciá-la na Cruz da Praça em frente à Matriz;

Passe pela Porta da Misericórdia como peregrino;

Arrependa-se dos pecados e deseje sinceramente ser fiel a Deus;

Procure a confissão sacramental e participe da Missa, fazendo a comunhão eucarística;

Recite o Creio em Deus Pai e faça orações nas intenções do Papa e da Igreja;

Pratique alguma ação de misericórdia e caridade fraterna.

 

ATENÇÃO:

 

Dias e horários especiais para a confissão:

 

Do dia 17 ao dia 21 de outubro, das 08:00 às 11:00 e das 14:00 às 17:00

Dia 22, das 08:00 às 12:00

 

5 - Enriqueça e amplie sua participação no Ano Santo da Misericórdia, praticando as Obras de Misericórdia 

 

Obra de misericórdia é aquela com que se socorre o nosso próximo nas suas necessidades corporais ou espirituais.

 

As obras de misericórdia são quatorze: sete corporais e sete espirituais. São elas:

 

 

As obras de misericórdia corporais são:

 

1ª Dar de comer a quem tem fome;

 

2ª Dar de beber a quem tem sede;

 

3ª Vestir os nus;

 

4ª Dar pousada aos peregrinos;

 

5ª Assistir aos enfermos;

 

6ª Visitar os presos;

 

7ª Enterrar os mortos.

 

 

As obras de misericórdia espirituais são:

 

1ª Dar bom conselho;

 

2ª Ensinar os ignorantes;

 

3ª Corrigir os que erram;

 

4ª Consolar os aflitos;

 

5ª Perdoar as injúrias;

 

6ª Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;

 

7ª Rogar a Deus por vivos e defuntos.

 

 

 

 

 

 

 

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