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31/08/2016 às 15:26
Brasão do Santuário Arquidiocesano Santa Rita de Cássia

Buscando marcar a elevação de nossa Igreja Matriz a condição de Santuário Arquidiocesano dedicado à Santa Rita de Cássia, pensamos recorrer à heráldica (a ciência que trata da arte da escuderia) para criarmos um brasão que simboliza-se e expressa-se aquilo que nossa padroeira representa para nós, santarritenses, que a mais de um sesquicentenário, recorremos a ela para ser nossa intercessora junto a Deus.

Encimando nosso brasão, temos o seu título oficial: SANTUÁRIO ARQUIDIOCESANO SANTA RITA DE CÁSSIA e à sua base, a frase em latim, em uma flâmula: SANCTA RITAE GLORIA POPULUS TUUS, que significa: Santa Rita, glória do teu povo. Esta frase aliás, está ladeada, à sua esquerda e direita, pelos anos 1859, data da criação da paróquia e 2016, ano em que fora promulgado oficialmente o decreto de criação do mais novo santuário de nossa arquidiocese.

Como centro e vértice de nossa vida paroquial, temos a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo que, destacando-se no brasão, é sobreposta a um campo dourado e verde, símbolos da nobreza e dignidade de nossa padroeira, e também acompanhada por rosas (estas retiradas das paredes de nosso futuro santuário), características comumentemente associadas à Santa.

Apresentam-se ainda ao campo superior esquerdo, uma abelha, referência ao início de sua vida quando fora encontrada ao campo onde seus pais trabalhavam, brincando com abelhas que não a feriam, mas antes se encantavam com ela, ainda simplesmente um bebê, dando-nos mostras da especial predileção de Deus por ela, cuidando dos mais frágeis, desde a mais tenra idade; a coroa de espinhos ao campo superior direito, uma das marcas mais pungentes de Rita, por tê-la associado ao seu Esposo dileto, uma vez que merecera receber como configuração aos seus sofrimentos, uma chaga à fronte, fruto de um espinho que saindo misticamente da contemplação do crucifixo, a atingira muito mais na alma do que no corpo; embaixo, no campo inferior esquerdo, a palma da vitória sobre as insídias do mundo, contendo três coroas, tão representativas de seus estados de vida (esposa, viúva e religiosa), e por fim, ao campo inferior direito, um cacho de uvas verdes, que fazendo memória daquele tronco seco regado à obediência, mereceu ser contemplado com o fruto da videira, que ano a ano, dá ao mundo a resposta de uma fé inquebrantável naquele que é o Deus do Impossível, e ela, Nele, a Santa das Causas Impossíveis.

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