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14/03/2016 às 23:37
8°aniversário da morte de Chiara Lubich

22 de janeiro de 1920 - 14 de março de 2008: são as datas que marcam a existência terrena de Chiara; no século, Silvia Lubich. No dia da sua morte, milhares de pessoas afluíram às ruas de Rocca di Papa (onde está a sede do Centro Internacional do Movimento dos Focolares e onde também se encontra a casa de Chiara) para prestar homenagem aos seus restos mortais e, em número ainda maior, participaram dos funerais na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, no dia 18 de março.

Nestes últimos anos a comemoração do aniversário foi ocasião para aprofundar o pensamento, a vida, e o testemunho de Chiara Lubich sob diversos aspectos: o diálogo ecumênico (Chiara Lubich: um carisma, uma vida pela unidade dos cristãos, em Trento, em 2011), o carisma da unidade e os jovens (2012), a cultura (Carisma História Cultura, em Roma, em 2013), o diálogo inter-religioso (Chiara e as religiões, 2014), a política pela unidade, com eventos no mundo inteiro, em 2015. No mesmo ano, no dia 27 de janeiro, se abriu a sua causa de canonização.

Em 2016, o foco é sobre a paz. Chiara Lubich foi uma construtora de paz ao longo de toda a sua vida, abrindo caminhos de diálogo em vários níveis, e recebendo por isto reconhecimentos internacionais, entre os quais o Prêmio UNESCO pela Educação para a Paz, em 1996. Na sua espiritualidade, traduzida também numa prática quotidiana de fraternidade, se inspiram as centenas de ações que em todas as latitudes desejam contribuir para enriquecer o planeta (em humanidade, solidariedade, através da tutela da criação), e que estão reunidas na plataforma de United World Project (UWP)

Em setembro de 2015, a presidente dos Focolares, Maria Voce, respondendo em nome do Movimento ao apelo do Papa Francisco, relança um novo empenho e mobilização pela paz. «É preciso fazer mais», afirmou, para mover os vértices da política, os circuitos do comércio de armas, os que decidem as escolhas estratégicas, e isso – como começa a se evidenciar – pode partir de baixo, com a mobilização da sociedade civil. Maria Voce, além disso, exortou os membros do Movimento «a empenharem-se com uma maior convergência» para promover, com todos os que se orientam nesta direção, ações destinadas a desmascarar as causas da guerra e das tragédias que afligem muitas partes do planeta, a fim de solucioná-las, «envolvendo as nossas forças, meios e disponibilidade».

No dia 12 de março, em Castel Gandolfo (RM) – por ocasião do 20° aniversário da outorga do Prêmio UNESCO pela Educação para a Paz a Chiara Lubich, e pelo 8° aniversário da sua morte – se realizou o evento “A Cultura do Diálogo como agente de Paz” com a presença da banda internacional Gen Verde. O convite foi dirigido aos Embaixadores junto à Santa Sé, às autoridades civis e eclesiásticas. Discursou a presidente dos Focolares, Maria Voce, e a seguir foram apresentados alguns testemunhos sobre o diálogo como agente de paz.

No dia 14 de março, no Santuário do Divino Amor, em Roma, às 18h30min, foi celebrada uma Santa Missa, presidida pelo Card. João Braz de Aviz. Simultaneamente, eventos no mundo inteiro recordaram a sua figura.

Também em nossa Paróquia de Santa Rita de Cássia, aqueles que descobriram esta possibilidade de unidade se reuniram para celebrarem nesta segunda-feira (14 de março) esta figura ímpar destes nossos tempos.

 

 

 

 

 

 

 

 

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