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Paróquia

A paróquia, congregando na unidade todas as diversidades humanas que aí encontra e inserindo-as na universalidade da Igreja, oferece um exemplo claro de apostolado comunitário. Habituem-se os leigos a trabalhar na paróquia, intimamente unidos aos seus sacerdotes; a levar para a comunidade da Igreja os problemas próprios e os do mundo e as questões relativas à salvação das almas, para serem examinados e resolvidos em conjunto; e a colaborar segundo as suas forças, em todo o trabalho apostólico e missionário da própria família eclesial.


Cultivem constantemente o sentido da diocese, de que a paróquia é como que uma célula, sempre prontos, a convite do seu Pastor, a juntarem também a sua colaboração às iniciativas diocesanas. (Dc. Apostolicam Actuositatem).


E é tendo consciência dessa missão, que nossa paróquia foi criada em 1859, constando como Capela curada e o Padre Antônio José de Castro, que era o Vigário de São Simão e nessa qualidade celebrava os ofícios religiosos na Capela de Santa Rita, que pertencia ao distrito da Freguesia de São Simão.


Em 1862, os Protetores da Capela de Santa Rita do Passa Quatro eram os senhores: Capitão Gabriel Porphírio Vilella, Carlos Ribeiro da Fonseca e Antonio Manoel da Palma.


A Capela de Santa Rita foi filiada à Matriz de São Simão até a data de 22 de Dezembro de 1862, quando foi desmembrada, declarada independente e sendo nomeado o Revmo. Padre Antonio José de Castro como Capelão Cura.


A Bênção da Antiga Capela de Santa Rita foi realizada em 22-12-1862.


De 1862 a 1884, passamos a pertencer a Descalvado, Casa Branca e Pirassununga. Hoje a Paróquia pertence à Arquidiocese de Ribeirão Preto.


Passados um século e meio da criação da paróquia, nos encontramoss celebrando o seu sesquicentenário, onde, para marcarmos a finalização das obras de restauração, graças a Deus e ao apoio do povo santarritense, conseguimos voltar nossa Igreja Matriz ao seu esplendor original.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Paróquia

A Paróquia Nossa Senhora do Brasil foi fundada em 1940, pelo segundo arcebispo de São Paulo, Dom José de Afonseca e Silva, no bairro Jardim América.

A construção da igreja matriz foi decidida em reunião no Banco Comercial do Estado de São Paulo. A comissão executiva era presidida pelo então deputado P. João Batista de Carvalho, tendo como secretário Emanuel Whitaker e como tesoureiro Alcides Vidigal. A comissão de honra era integrada por figuras ilustres como o Dr. Cásper Líbero, Nadir Figueiredo, Dr. Gabriel Monteiro da Silva e outros. A comissão de senhoras reunia figuras da alta sociedade como Adelina Lara Bueno, Ester Cardoso de Almeida, Luiza de Assunção Machado, Amélia Piza de Lara e outras.

A autoria do projeto inicial da igreja, em estilo colonial brasileiro modernizado, era de autoria do engenheiro George Przirembel, integrante da comissão de honra. Porém, o projeto que foi efetivamente executado é do arquiteto e professor Bruno Simões Magro, catedrático da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.

As obras tiveram início em 1942, por iniciativa do vigário Monsenhor João Batista de Carvalho — também deputado estadual e jornalista —, em local cedido pela Prefeitura Municipal, numa área planejada para jardim pela Companhia City. Sua execução ficou a cargo da empresa Tavares Pinheiro S.A., sob direção do engenheiro Breno Tavares. Os trabalhos se prolongaram por quatorze anos, quando uma empresa especializada começou a belíssima decoração interna.

Antônio Paim Vieira, pintor e ceramista, definiu a decoração dos interiores. A identidade nacional foi característica marcante da temática e da técnica que empregou. É de sua autoria a pintura no teto da capela-mor que mostra o céu estrelado como no dia da Natividade de Maria, festa da Padroeira, celebrada no dia oito de novembro. Ao centro, a Virgem e o Menino estão cercados de representantes das diversas regiões brasileiras, vestidos com roupas típicas. Essa “brasilidade” da igreja, que está em seu nome e em sua arquitetura, foi bem expressada pelo orador sacro Monsenhor Castro Nery, que, por ocasião da inauguração do templo, em 1958, disse as seguintes palavras: “Tu não és italiana, nem francesa, nem grega. És brasileira. Bem brasileira assim como teu moreno de cuia…”.

A Paróquia Nossa Senhora do Brasil é um dos templos mais elegantes da capital de São Paulo, com inspiração nos templos mineiros e com um interior que recorda belas igrejas portuguesas. Possui painéis de pastilha cerâmica que lembram a Igreja de São Basílio, em Moscou, e a balaustrada de suas torres remete a minaretes muçulmanos. No seu interior encontra-se o altar-mor de madeira entalhada que pertenceu à Igreja de Sant’Ana de Mogi das Cruzes, com data estimada de 1740, de acordo com o escritor francês Germain Bazin na obra L’Architecture Religieuse Baroque au Brésil.

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